A peça teve várias observações negativas pelo conselho: vulgariza a mulher e banaliza o programa de
pacificação das favelas. Além disso, a imagem sugeriria “desrespeito
ao trabalho da polícia e à imagem feminina, além de expressar racismo e
machismo.
O Conar recebeu mais de 20
reclamações de consumidores que consideraram a peça apelativa, sexista e
desrespeitosa à política de segurança do estado do Rio de Janeiro.

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